COMO VIREI ESCRAVINHA!

Eu sei dizer exatamente quando foi que tudo começou: eu estava no quarto que dividia com meus 4 primos na pequena casa onde morávamos de caseiros em uma fazenda, quando meu tio nojento abriu a porta e me contou a novidade:

- Ana, amanhã o patrão virá aqui, porque ele quer dar uma olhada em você. Se arrume como gente.
- Como assim, tio?
- Bom, há tempos que estamos muito ruins de dinheiro, e desde que sua mãe te abandonou aqui vivendo as minhas custas as minhas despesas só aumentaram. Então, eu decidi que não te quero mais aqui. Eu te ofereci para o patrão, se você tiver sorte ele vai te querer, senão eu vou te largar em qualquer estrada e você vai acabar virando puta.
Sim, meu tio estava me vendendo para o patrão dele. Eu não podia imaginar o que estava para acontecer em minha vida. Senti um medo intenso ao pensar que poderia virar escrava de um homem que nem conheço! Tudo o que sei sobre ele é que ele é jovem, tem cerca de 25 anos e é muito rico, pois herdou toda a fortuna de seu pai.
Assim que meu tio saiu do quarto eu comecei a chorar de desespero. Depois tomei um banho e fiquei me olhando nua na frente do espelho e pensando sobre o que seria de mim, fiquei pensando no que esse homem que pode me comprar irá fazer comigo.
Ah, antes de continuar, é preciso que eu me apresente: meu nome é Ana, quando tudo isso começou eu tinha 18 anos. Sou magra, mas tenho seios fartos e uma bunda grande e empinada. Sou muito branquinha e tenho o cabelo castanho claro até a cintura. Meus olhos são verdes. Tenho 1.60 de altura. Naquela época eu era inocente, não tinha noção do quanto meu corpo poderia ser atraente. Só usava roupas largas e velhas que eu ganhava da minha tia. E em toda minha vida só tinha dado um beijo em um garoto na escola. Eu não sabia nada sobre sexo, mal sabia eu que meu dono me ensinaria muita coisa.
E nesse dia eu dormi chorando e na manhã seguinte fui acordada pelo meu tio, que me mandou tomar um banho porque o patrão logo chegaria. Minha tia me deu para vestir um vestido horrível: largo, com o comprimento abaixo dos joelhos e de cor bege. Ela disse que era o melhor que ela tinha.
Depois que me vesti, meu tio me mandou ficar no quarto e esperar até a hora que ele me chamasse para ir até a sala me apresentar ao meu futuro dono. Passadas algumas horas, eu escutei alguns barulhos vindos da sala e uma voz grossa e muito bonita. Era ele! Tremi de medo. Comecei a chorar novamente sozinha, até que ouvi meu tio me chamando e enxuguei minhas lágrimas para ir até a sala.
Quando cheguei lá, vi um homem muito, muito bonito. Ele era maravilhoso. Alto (cerca de 1.85 de altura), olhos cor de mel, muito forte, a pele branca e os cabelos castanhos escuros. Estava usando uma camisa social branca e uma calça jeans.
E então ele me olhou dos pés a cabeça e deu um sorriso de canto de boca. Ele parecia ter gostado de mim.
Foi então que meu tio apontou para mim e falou:
- Senhor Arthur, essa é minha sobrinha. Se o senhor não quiser ela, ela terá um destino horrível sendo jogada em alguma estrada pra virar puta de caminhoneiro. A escolha é sua. Se quiser tirar a roupa dela pra dar uma olhada, pode tirar.


O homem, que agora descobri que se chama Arthur, respondeu:
- Eu ficarei com ela. Você me falou que precisa de 30 mil para recomeçar sua vida, então aqui está a mala com o dinheiro. Suma da minha vida e não ouse voltar atrás da sua sobrinha, porque ela me pertence agora.
Então Arthur me puxou pelo braço e saiu me arrastando porta a fora. Quando saí já vi um carro preto muito bonito, que ele abriu a porta de trás e me jogou dentro, sem dizer uma única palavra.
Eu chorava de desespero enquanto Arthur dirigia para algum lugar que eu não tinha ideia de onde era. Ele não falou nada comigo durante toda a viagem. Acho que se passaram umas 2 horas. Eu fiquei pensando no que me esperava e chorei ainda mais.
Então, passamos por uma estradinha muito estreita em um lugar muito escondido, até que avistei muros enormes com um portão gigante e quatro seguranças armados cuidando. Eles abriram o portão para o Arthur e ele entrou com o carro.
Lá dentro era lindo. Parecia ser um sítio, porque era um lugar muito grande. A casa era uma mansão branca com uma grande porta de entrada marrom. Tudo muito lindo e luxuoso.
Arthur estacionou o carro, abriu a porta para mim e me puxou para fora. Eu ainda estava chorando baixinho e meu rosto tinha ficado todo vermelho. Então, chegamos até a porta da mansão e ele a abriu e me empurrou para dentro, depois fechou a porta. Dei uma olhada no lugar: era magnífico, igual aquelas casas de gente rica de novela. Nunca tinha estado em um lugar assim. Tinha um lustre enorme na sala, sofás chiques, vasos caríssimos. A escada que ia para o segundo andar da casa tinha corrimão de ouro. Fiquei impressionada com aquilo até que Arthur me assustou com sua voz grossa.
- Essa é sua casa agora.
Comecei a chorar novamente sem saber o que fazer.
- Esse teu choro já tá me irritando, então é melhor você engolir isso agora porque com certeza você não quer me ver irritado. Ah, pode ir ali na frente do sofá que eu quero ver teu corpo sem esse vestido horrível.
Engoli o choro e fui até onde ele mandou. Ele veio logo atrás de mim e sentou no encosto do sofá. Virei de frente para ele, então ele se levantou, prendeu meu cabelo, passou a mão no meu pescoço até chegar nos meus ombros e começou a abaixar as alças do meu vestido. Ele abaixou devagar, até que finalmente meus peitos ficaram a mostra. Então ele pegou com força um peito em cada mão e falou:
- São grandes, durinhos e os mamilos são rosados. Cabem certinho nas minhas mãos. Agora vira de costas e se apoia no encosto do sofá que eu quero ver o resto.
Fiz o que ele mandou. Fiquei com a bunda empinada no encosto do sofá. Minha cabeça ficou baixa e eu não conseguia ver o que ele iria fazer. Comecei a chorar baixinho novamente.
Senti ele tirando o resto do meu vestido e passando a mão na minha calcinha.
- Que rabo grande que você tem, minha puta. Pena que tá usando essa calcinha branca enorme, mas vamos dar um jeito nisso.
Então ele puxou a calcinha com muita força e eu escutei o pano rasgando. Fiquei desesperada de estar nessa situação e chorei um pouco alto. Ele escutou e me deu um tapa forte na bunda.
- Cala a boca, sua vagabunda, abre essas pernas e empina mais essa bunda pra mim que eu quero ver bem essa buceta e esse cuzinho.
Eu abri um pouco as pernas e senti esse abrindo minha bunda com força pra ver meu cu.
- Que delicia esse cuzinho bem apertadinho e rosado. E essa tua bucetinha é bem inchada e rosinha, mas quero ver ela por dentro, então deita no sofá de perna aberta.
Quando deitei no sofá de perna aberta, ele chegou perto e abriu bem minha buceta com as mãos, depois passou a ponta da língua na parte de fora dela e me olhou. Eu estava com uma expressão assustada e amedrontada, algumas lágrimas ainda escorriam pelo meu rosto.
- Você nunca fez sexo?
- Não.
- Já chupou um pau?
- Não.
Ele riu, se levantou e sentou do meu lado.
- É o seguinte, eu vou te explicar algumas regras, outras você vai aprendendo com o tempo, se não aprender direito será castigada como toda cadela desobediente. Mas antes, vai sentar ali no chão aos meus pés igual uma cachorra. Onde já se viu uma cadela sentando do lado do dono?
Fiquei de joelhos no chão, com as pernas entreabertas, de frente pra ele.

(Continuarei...)

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